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TSE reúne equipes de Bolsonaro e Haddad para discutir fake news

TSE reúne equipes de Bolsonaro e Haddad para discutir fake news


A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, remarcou para hoje (17) reunião com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e FernandoHaddad (PT).

No encontro, previsto para as 19h30, em Brasília, estarão na pauta notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSEdesde o início da preparação do processo eleitoral.

O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news. Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem afetar a credibilidade do pleito.

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Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais. Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet.

Fonte: Folha PE
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Confira como combater fake news no Facebook e Whatsapp

Confira como combater fake news no Facebook e Whatsapp


Os aplicativos Facebook e WhasApp passaram a oferecer recursos que vão ajudar os usuários a combater o compartilhamento das notícias falsas. Confira abaixo, o passo a passo para auxiliar as empresas no impedimento da difusão de fake news:

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Facebook
Para ajudar no combate a fake news no Facebook, os usuários devem clicar nas reticências no canto superior direito do post com informações falsas. Em seguida, o seguidor deve marcar no campo “Dar feedback sobre essa publicação”. Após esses passos, o usuário pode selecionar a opção "notícia falsa" e clicar em "enviar". Antes de concluir, quem desejar poderá bloquear, deixar de seguir, enviar uma mensagem privada para a pessoa ou até mesmo desfazer a amizade com ela na rede. Caso o seguidor não queira fazer nenhuma das opções, ele deve selecionar "concluir"para finalizar o processo.

WhatsApp
Assim como o Facebook, o WhatsApp também dispõe de recurso de combate à difusão das fake news. No entanto o aplicativo de mensagens mais popular não oferece formas de denúncias específicas, mas permite ao usuário alertar os desenvolvedores sobre pessoas ou grupos que estejam compartilhando as notícias falsas. O recurso serve apenas para os celulares com sistema Android.

Para o alerta, o usuário deve abrir a conversa privada ou no grupo e clicar na reticências no canto superior direito, marcar a opção "mais" para depois marcar o campo "denunciar". Caso não queira apagar as mensagens recebidas, sair do grupo ou bloquear o contato que repassou a fake news, o seguidor deve desmarcar o campo indicado antes de concluir o processo. Para finalizar, bastar clicar em "confirmar".
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Facebook confirma que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

Facebook confirma que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários



Facebook confirmou, nesta sexta-feira (12), que dados pessoais de 29 milhões de usuários foram roubados por hackers. Os hacker conseguiram acessar detalhes de contato, incluindo nome, número de telefone e email, de 15 milhões de pessoas.

Outras 14 milhões tiveram ainda mais dados acessados, como nome de usuário, gênero, localidade, idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos dez locais onde estiveram ou em que foram marcados.

"Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não discutir quem pode estar por trás desse ataque", disse o Facebook em seu comunicado.
A companhia afirmou que usuários podem encontrar mais informações sobre segurança da conta nesta página, e que enviará e-mails para os quase 30 milhões de usuários atingidos para explicar o ocorrido. 

O Facebook ainda disse que o ataque não inclui outros aplicativos controlados pelo mesmo grupo econômico, como: Messenger, Messenger Kids, Instagram, WhatsApp, Oculus, Workplace, Pages, entre outros.

O ataque já havia sido anunciado pela empresa no fim de setembro, quando levantou-se a suspeita de que 50 milhões de perfis haviam sido invadidos. O acesso aos usuários ocorreu por meio de uma vulnerabilidade no código do Facebook ligada ao recurso de "Ver como" -no qual usuários conseguem ver como outras pessoas, que não são suas amigas na rede, enxergam seu perfil. 

Os hackers conseguiram, por meio desse código, roubar tokens de acesso às contas. Os tokens de acesso são como chaves digitais que mantêm as pessoas logadas à rede para que não tenham que preencher seu usuário e senha sempre que acessem suas contas. 
Por isso, no dia do anúncio dos ataques, milhões de usuários encontraram suas contas deslogadas -medida tomada pelo Facebook, juntamente de outras ações para corrigir a falha de segurança.

Fonte: Folha PE
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Manuela D'Ávila pede que eleitores denunciem fake news ao TSE


Manuela D'Ávila pede que eleitores denunciem fake news ao TSE
Vice de Fernando Haddad (PT), Manuela D'Ávila (PCdoB) nunca utilizou camisa com frase "Jesus é travesti"


Durante o horário eleitoral deste sábado (13), Manuela D'Ávila (PC do B), vice do presidenciável do PT, Fernando Haddad, fez um alerta sobre a divulgação de notícias falsas, as fake news, nas redes sociais. A candidata citou como exemplo a acusação feita por Jair Bolsonaro (PSL) de que o petista teria distribuído um kit gay para as escolas. O capitão reformado voltou a falar do assunto durante entrevista ao Jornal Nacional, em agosto. A campanha mostrou notícias de jornais que informavam que o livro que o candidato tentou exibir na bancada nunca foi adotado pelo Ministério da Educação (MEC).

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Deputada no Rio Grande do Sul, ela tem sido alvo de notícias falsas difundidas nas redes, como mostrou o projeto Comprova. Não é verdade ela disse que o cristianismo irá desaparecer e também é falsa a imagem que simula que ela utilizou uma camisa com a frase "Jesus é travesti" e com um ícone de arco-íris. No programa eleitoral, Manuela pede aos eleitores para que denunciem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela campanha as notícias falsas que receberem.

Nesta sexta-feira (12) o ministro do TSE Luis Felipe Salomão negou um pedido de liminar da coligação para retirar conteúdos ofensivos e falsos de um grupo de WhatsApp. O alvo do pedido era um grupo de WhatsApp com 173 participantes, cujos administradores já foram identificados, que tem divulgado notícias falsas. Uma delas diz que o PT financia performances com pessoas nuas. Outra, queHaddad incentiva a hipersexualização de crianças. A notícia sobre o cristianismo associada à deputada também foi veiculada no grupo.

Fonte: Folha PE
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São em média 14 notícias falsas por dia só relacionadas à saúde


São em média 14 notícias falsas por dia só relacionadas à saúde


"Novas vacinas causam autismo e os governos sabem." "Usar celular no escuro causa maculopatia (câncer no olho)." "Só água com vinagre pode matar bactéria presente no feijão." O que há em comum entre essas três frases, compartilhadas em correntes no WhatsApp e em outras redes sociais? É o Ministério da Saúde quem adverte: são informações falsas.

Ao completar um mês de funcionamento de um novo serviço para receber e verificar informações de saúde por meio do aplicativo de mensagem, a pasta afirma ter identificado 416 fake news -o equivalente a 14 por dia.

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São correntes, textos disfarçados de notícias, imagens retiradas de contexto e áudios de supostos especialistas. "A diferença é que, na saúde, a informação equivocada pode ter consequências graves", alerta Renato Strauss, chefe da assessoria de imprensa e informação da pasta e à frente do grupo responsável pela checagem. "Uma pessoa que adere a um tratamento dito inovador pode agravar sua doença. Quem deixa de se vacinar pode ficar doente e chegar à morte", afirma.

Segundo ele, além do serviço no Whatsapp, chamado de "Saúde sem fake news", a pasta já identificou desde março outros 395 focos de informações falsas em redes sociais abertas, como Twitter e Facebook. O controle é feito por meio de um monitoramento diário em mais de 7.000 menções e palavras-chave.

Vacinas, mitos sobre alimentação e sobre medicamentos são os alvos mais comuns de notícias falsas em saúde, aponta balanço da pasta. Dos 395 focos identificados nas redes, 89% eram sobre vacinas.

Já no serviço via WhatsApp, as vacinas responderam por 91 das 416 informações falsas repassadas à pasta no último mês. Outras 153 envolviam supostas "denúncias" ligadas a alimentação ou crenças de benefícios exagerados. Em 27 casos, o foco eram medicamentos "milagrosos".

O governo tem redobrado as medidas para tentar evitar a propagação de fake news na área. Desde março, uma equipe de cinco pessoas se dedica exclusivamente a essa análise. Agora, o ministério avalia criar novas ferramentas, como campanhas específicas em torno de alguns temas e listas de transmissão para que usuários cadastrados recebam alertas sobre informações já "desmascaradas".

Ao contrário do que ocorria no passado, a maior parte das informações falsas recebidas pela pasta hoje não vem de sites, mas de correntes e informações em redes sociais, em que o contato com pessoas próximas e a agilidade no compartilhamento acaba por legitimar as informações. "É fácil ver pelo grupo da família. Quem dissemina é uma pessoa que você conhece. É uma cadeia de confiança informal que acaba disseminando essa informação", diz o assessor Strauss.

Segundo ele, uma das dicas para verificar se a informação é falsa é ver a data da notícia: a maioria se repete. "As fake news são cíclicas. A informação falsa de que a vacina causa autismo, por exemplo, de tempos em tempos aparece. As próprias imagens são as mesmas, de ano em ano."

Ele lembra que a primeira vez que a pasta criou um grupo de controle de fake news ocorreu em 2008, quando sites passaram a vincular a campanha de vacinação contra a rubéola a uma tentativa de esterilização das mulheres. A situação levou o governo a criar força-tarefa para esclarecer.

Em abril, ganhou força em grupos do WhatsApp um áudio com voz feminina que dizia que a OMS (Organização Mundial de Saúde) não divulgava mortes em Goiás pelo vírus "H2N3" para "não alarmar a população". O vírus, porém, nem sequer existe no Brasil –nem em nenhum lugar do mundo. A informação foi uma das que ganharam um selo "O Ministério da Saúde adverte: isso é fake news".

Recentemente, um possível aumento na propagação de fake news tem sido investigado como um dos motivos para a queda na vacinação de crianças, que atingiu em 2017 o menor índice em 16 anos.

"Ainda vamos fazer um estudo sobre os motivos da não vacinação. Mas temos avaliação de que as fake news podem estar sim colaborando para isso", diz a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações, Carla Domingues.

Se está mais fácil ter meios de verificar se uma informação é falsa, o difícil ainda é descobrir a origem dela. Neste caso, a estratégia é fazer intervenções em cada postagem para informar que se trata de fake news, com riscos à saúde. Outra é usar redes próprias para contrapor as informações.  Em outros casos, o governo também pode pedir a retirada do material do ar. O número para solicitar checagem do Ministério da Saúde via WhatsApp é (61) 99289-4640. Você pode repassar esse texto para o maior número de pessoas possível.

Fonte:Folha PE
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OAB-PE protocola notícia crime contra mensagens de ódio a nordestinos

OAB-PE protocola notícia crime contra mensagens de ódio a nordestinos
Representantes da OAB-PE protocolou notícia crime contra mensagens de ódio a nordestinos

O presidente da OAB Pernambuco, Ronnie Preuss Duarte, e o secretário geral Fernando Ribeiro Lins, estiveram na tarde desta terça-feira (9), no Ministério Público Federal de Pernambuco, para pedir providências na investigação e punição dos responsáveis pelas mensagens de ódio destinadas aos nordestinos nas redes sociais após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais.

Na ocasião, uma notícia crime foi protocolada e, em seguida, os dirigentes foram recebidos pela coordenadora criminal da Procuradoria Geral da República em Pernambuco, Andrea Carneiro, que garantiu celeridade no encaminhamento das investigações.

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"É importante que as pessoas entendam que a internet não é uma terra sem lei e que, mesmo com perfis falsos, é possível identificá-las. Nosso objetivo é, cada vez mais, inibir esse tipo de postura”, disse Ronnie Duarte.

Fonte: Folha PE