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Natal vai abrir 7.594 vagas temporárias em Pernambuco

Natal vai abrir 7.594 vagas temporárias em Pernambuco
Para empresários, contratações de fim de ano devem ser feitas entre novembro e dezembroFoto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Longe de atingir o patamar de 2014, quando mais de 490 mil pessoas entraram no mercado de trabalho pelas vagas temporárias de Natal, a temporada de contratação deste fim de ano, apesar de apresentar uma melhora, não deve empolgar. Isso porque, o contingente de desempregados no País é muito grande, mais de 12 milhões de pessoas, enquanto a previsão de criação de vagas temporárias deve ficar em 59,2 mil nos setores de comércio e serviços segundo pesquisa divulgada nessa terça-feira (9) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em Pernambuco, dados da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) sinalizam aumento de 9,9% em relação a 2017, com a criação de 7.594 postos temporários neste ano.

O número da Asserttem corrobora a previsão da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-Recife), que estima criação de 7 mil vagas temporárias na Região Metropolitana do Recife. “O que projetamos de diferente do ano passado é a taxa de aproveitamento desse efetivo, que deve ficar em cerca de 10%. Já o início dessas contratações, por ser um ano eleitoral, deve acontecer entre novembro e dezembro mesmo”, comenta o presidente da CDL-Recife, Cid Lôbo.

Além do setor de comércio, que responde por quase 60% das contratações temporárias, o de serviço também se mostra otimista com a chegada do fim de ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes seccional Pernambuco, André Araújo, o crescimento das contrações temporárias deve ser de 10%. “No fim do ano sempre há aquecimento na contratação temporária. Os melhores se destacam e acabam sendo aproveitados”, comenta Araújo.


Considerada uma oportunidade de recolocação profissional mais rápida, a previsão de alta nas contratações temporárias neste fim de ano reforça as conjecturas de retomada da economia brasileira. "Nesses momentos, fica difícil para as empresas investirem em despesas fixas, diante de receitas flutuantes ", afirma o presidente da associação. Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados sinalizam uma recuperação gradual da economia e injetam otimismo para 2019. “Para um país que há pouco tempo fechava postos de trabalho, esse número serve de alento e oportunidade para muitas pessoas”, afirma ela.

Contraponto
Enquanto o cenário geral é de otimismo, previsão feita em setembro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos (CNC) diz que haverá recuo na criação de vagas temporárias. "Estimamos que ao contrário do ano anterior, que abriu 73,9 mil empregos temporários, em 2018, esse número deverá ser de 72,7 mil", prevê o economista da CNC, Fábio Bentes. Ele atribui o recuo ne geração de vags temporárias aos efeitos da greve dos caminhoneiros. "A paralisação de maio derrubou pela metade as mais positivas projeções de crescimento, e isso influenciará com certeza na criação de vagas no país", afirma. Seguindo a mesma linha de raciocínio, o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos, é enfático: "Com base na avaliação do cenário geral, estimo que a queda deve ser de aproximadamente 2,0% na contratação de temporários em 2018", enfatiza o economista.

Fonte: Folha PE

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As discussões sobre a diversidade de gênero estão longe de chegar ao fim. Enquanto a mão de obra feminina parece ganhar cada vez mais espaço, uma pesquisa produzida pela Hays Executive revela que, na prática, a igualdade está longe de ser realidade. Isso acontece, principalmente, com mulheres em cargo de alta gerência, representadas por apenas 15% entre as 480 profissionais da América Latina ouvidas para o estudo.

Na estatística, apenas 2% ocupam os chamados cargos de nível 1 em suas empresas, como CEO, presidente ou gerente nacional. Marca que coloca o Brasil no posto de segundo País com menos força feminina nos postos de alta performance. O contexto nacional perde apenas para o México, com apenas 11% dos cargos sendo ocupados por elas. “Os números mostram que muitas empresas não ultrapassam a barreira do discurso”, resume a diretora da Hays Executive, Fernanda Siqueira, lembrando ainda que a diversidade não pode ser negada porque o consumidor também cobra uma postura mais igualitária.

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Mas deixar a peteca cair nunca foi uma característica inerente à batalha delas no mercado de trabalho. Segundo analistas de carreira, o público feminino possui um contexto de vida que muitas empresas não aprenderam a lidar de forma assertiva. “Ainda existe uma dificuldade das próprias organizações de como adaptar as diversas funções da mulher. No final das contas, ela não é só profissional, é também mãe, é a responsável da casa e tem outras atribuições dentro da sociedade, fazendo com que os empresários, infelizmente, não saibam trazer mecanismos para que tudo isso funcionar”, destaca o diretor da Grow Consulting, Felipe Mançano.

Capacidade é outro ponto indiscutível, segundo Mançano. É que homens e mulheres, quando devidamente habilitados para uma vaga, podem exercer qualquer função dentro do mundo corporativo e empreendedor. “Elas são diplomatas, embaixadoras e presidente de associação de futebol, como a da Croácia. Então, uma resposta ideal seria dizer que elas podem estar em qualquer área que queiram. No entanto, a realidade mostra que são mais aceitas em áreas de maior interação social e que não sejam ambientes muito masculinizados, como em segmentos muito técnicos e de produção”, completa o especialista, lembrando ainda que, aos poucos, essa visão tende a mudar.
 Fonte: Folha PE
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Conseguir o primeiro emprego tem sido uma tarefa difícil nos dias atuais. Pensando nisso, a Prefeitura de Gravatá tem buscado esforços para oferecer oportunidades para os alunos que se destacam na rede municipal e no ensino superior.
A contratação de estagiários para atuar em diversos setores da Prefeitura Municipal, proporciona um aprendizado prático do conteúdo letivo. O Programa intitulado ‘Primeiro Emprego’, apesar de novo, já é um sucesso e tem despertado o interesse nas empresas privadas de Gravatá. A Natural da Vaca, referência no ramo de laticínios, firmou parceria com o Prefeito Joaquim Neto e disponibilizou 20 vagas de emprego para os estudantes municipais.
“Nota e comportamento foram os critérios essenciais para a escolha destes jovens. Eu, como pai, sei do orgulho que é ver nossos filhos se destacando e ganhando espaço no mercado de trabalho. Eles são o futuro de nossa cidade e é por isso que estamos buscando parcerias e abrindo portas para o aprendizado e desenvolvimento deles.” Disse o Prefeito.
Os alunos, pais e diretores das escolas municipais foram recebidos pelo Prefeito, Secretária de Educação, Iris Dias e pela representante da Natural da Vaca, no Paço Municipal para acertar detalhes sobre a contratação.
“Durante um mês os alunos farão uma capacitação para aprender sobre o dia a dia da indústria. Vamos garantir que passem por todos os setores da fábrica para saber onde se identificam mais. O estágio é remunerado e tem a duração de um ano, mas pode se estender ou até efetivar o profissional de acordo com o seu desenvolvimento” Explicou Nina Martins, responsável pelo setor de RH da Natural da Vaca.
Emocionada, Maria Aparecida agradece pela oportunidade dada ao seu filho, Vitor Cleberson, 15 anos, aluno da escola Capitão José Primo.
“Tenho quatro filhos e Vitor é o mais velho entre os homens, é um exemplo para os irmãos. A gente vê tanta criminalidade, os jovens tão expostos e  saber que meu filho se dedica aos estudos e vai ter um futuro bom é um orgulho para mim” declarou.

Aluna da Escola Municipal da Serra, Aline da Silva, 15 anos, é uma das 20 estudantes selecionadas para o programa.
“Eu tenho boas notas, sou bem comportada e participativa das atividades na escola. Fiquei muito feliz quando soube da notícia pela vice-diretora porque essa é uma grande oportunidade para mim, eu vou ter um dinheiro para ajudar em casa e também pagar cursos para mim” falou.