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Depressão, a doença que lidera o ranking das doenças que incapacitam a sociedade. (Parte 1)

Transtornos depressivos são definidos por infelicidade, ausência de interesse ou bom humor, condolências de remorso ou baixa autoestima, sono ou apetite desequilibrado, sensação de fadiga e omissão de atenção (OMS, 2017). A Depressão lidera o topo de doenças que incapacitam os indivíduos na sociedade, 322 milhões é o número de pessoas depressivas a nível mundial (0MS, 2017). No ano de 2015, 11.548,577 pessoas foram diagnosticadas com depressão no Brasil, equivalente a 5,8% da população (OMS, 2017). A Depressão causa morbidade e mortalidade, não só apenas por sua via de suicídio, mas também por aumentar e piorar o prognóstico de doenças crônicas não transmissíveis, como Diabetes Mellitus tipo 2 e Doença Coronariana (KRISHANAN, 2008 ; KALIA, 2005). Na Depressão ocorre uma disfunção cerebral que é essencial para que aconteça o desequilíbrio neurotransmissor. A teoria da deficiência neurotransmissora monoaminérgica requer que humor positivo abrangendo a alegria caminhem de mãos dadas com a serotonina (5-HT), norepinefrina (NE) e ou dopamina (DA), e os sintomas depressivos aparecem quando os níveis desses neurotransmissores estão escassos. Os inibidores seletivos da serotonina (ISRSs) agem vagarosamente e somente causa alívio para uma porção dos pacientes, propondo que ainda persistem outros meios implicados (SHAN LIANG, 2018).

Na parte 2 iremos falar sobre uma doença intestinal que está sendo relacionada com a piora e surgimento da Depressão e seu possível tratamento com a Nutrição.

                        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15877309
                        https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2721780/






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